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Nós do Halsey Brasil conseguimos gravar o show completo da Halsey no Coachella no dia 16 de Abril. E vocês podem conferir ele na íntegra abaixo!

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A madrugada desse Domingo, 03, está movimentada no microblog Twitter. Depois de alguns tweets de insatisfação, Halsey desativou sua conta na rede social.

A algum tempo a Halsey vem mostrando seu desgosto e tristeza em relação às mensagens de ódio – “hate” – que vem recebendo na internet, não só no Twitter, mas no Tumblr também. Hoje, 03 de Abril, parece que ela chegou ao seu limite. Por volta das 2 da manhã (horário de Brasília), acabou desativando sua conta na rede social.

Entenda o caso

Por volta de 00:00, Halsey, como sempre faz, estava lendo tweets sobre si mesma na rede social quando encontrou um tweet onde uma usuária do microblog comparava sua doença com a recente tentativa de suicídio da cantora Kehlani.

Halsey é diagnosticada com transtorno de bipolaridade e também tem a doença endometriose, e já falou em uma entrevista para a Billboard que tentou se matar quando tinha 17 anos. 

A usuária dizia que era engraçado como a Halsey recebeu muito apoio quando se abriu sobre sua doença mental mas a Kehlani depois de ter tentando o suicídio e falar sobre o assunto só recebeu mensagens negativas.

Em resposta a Halsey disse “Espera um momento. Eu apoio a Kehlani 111110% mas as pessoas do Twitter me falam obsessivamente que eu realmente deveria ter me matado”

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E continuou dizendo “Porque você está transformando algo tão sério como doença mental em uma competição?”

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Logo em seguida postou, “Não aguento mais o twitter.”

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Por volta das 2:00 da manhã foi percebido pelos usuários da rede social que a Halsey havia desativado sua conta, que agora consta como ‘não existente’.


Nós do Halsey Brasil esperamos que com essa pausa na rede social a Halsey consiga um pouco de paz, para que em um futuro consiga voltar e se relacionar com os fãs através da mesma novamente.

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Durante sua estadia aqui no Brasil, Halsey concedeu algumas entrevistas, incluindo esta para a Billboard Brasil que você pode conferir abaixo. Ela fala um pouco sobre como o Brasil a inspirou, artistas que ela gostaria de colaborar, feminismo, e mais.

Antes de tudo, qual é o gosto de Zedd?

Muito salgado! Foi nojento, foi a coisa mais burra que eu já fiz. Ele ainda disse: “Eu acabei de sair do palco!” Foi tão nojento. Eu deveria ter imaginado. Aprendi uma lição: eu não vou mais lamber DJs suados.

Você conhece ou já foi influenciada por algum artista brasileiro?

É tão engraçado. Eu estou aqui há uns dois dias. Conheci um monte de artistas locais – e eu não vou dizer nomes porque eu vou pronunciar tudo errado, então basta acreditar na minha palavra que eles são muito legais e impressionantes. Eu também conheci alguns artistas plásticos, como grafiteiros. Nesta manhã, eu estava com Os Gêmeos. Eles são tão talentosos, fiquei muito inspirada. Eu fui encontrá-los com Wes [Diplo]. Fizemos uma caminhada fora do estúdio e eles estavam me dizendo: “Neste canto é onde as primeiras pessoas trouxeram o hip hop para o Brasil. Quando o hip hop chegou ao país ele se desenvolveu em vários gêneros que, fundidos, formaram o ballet funk” e me contando tudo sobre esta cultura e literalmente apontando para lugares para os quais eu diria apenas, “ah, isso é apenas uma esquina”, mas eles diziam, “isso é história!”. Nós andamos por umas lojas das quais todos os tipos de música saem das portas e há pessoas nas ruas e arte por toda parte. Fiquei tão estimulada. Eu só comecei a viajar este ano e acabei de voltar da Europa, mas nenhum país jamais me inspirou como o Brasil. Eu estava tipo “vamos para o estúdio agora!”. Eu fiquei no estúdio até 5h da manhã na noite passada. E nunca escrevo quando estou em turnê. Eu não quero olhar para uma porra de microfone que não esteja no palco quando estou em turnê, porque eu fico tão cansada, sabe. Sem inspiração, sentada dentro de um ônibus ou um hotel ou avião. E agora estou no Brasil e há tanta coisa para escrever. Há energia em toda parte. É o primeiro lugar que me inspirou dessa maneira e o primeiro lugar que me fez perceber que eu poderia levar o meu próximo álbum para uma direção diferente. E eu percebi, estando aqui, em clubes com os meus amigos que são artistas e com artistas locais, o quanto eu amo dançar. E eu não posso dançar a minha música, então talvez você dance ouvindo o meu próximo álbum.

E para quando podemos esperar o próximo disco?

O problema é que ele pode ser feito em dois meses ou em dois anos. Eu não faço ideia. Mas espero que não sejam dois anos. Eu tenho muito a dizer.

Eu também espero que não, porque recebemos várias mensagens de fãs querendo saber se seria ainda neste ano ou no próximo.

Eu sei! Mas Badlands saiu há seis meses. Eu fico tipo, “Vocês já estão entediados?”.

Você conseguiu ver algum show no Lollapalooza?

Eu vi Jack Ü, que foi louco, e eles chamaram MC Bin Laden, o que foi um momento… muito interessante. A coisa mais maluca é que eu encontrei uma tonelada de rappers brasileiros no SoundCloud, porque eu estava à procura de novas músicas raras, e achei um que eu pensei que era muito interessante e descolado e cheguei aqui e conheci pessoas que falavam português que me disseram que é a música mais ofensiva de todas. É o MC Brinquedo, de 13 anos. Eu não sabia o que ele estava dizendo, então eu ficava: “isso é legal!”. Aí um dos meus amigos disse: “Isso não é legal!!”. Aí eu deletei tudo.

Qual é a sua música favorita no momento?

“Needed Me”, do álbum ANTI, de Rihanna. Eu não consigo parar de ouvi-la. E tem uma música que eu toquei no programa de rádio de Skrillex ontem à noite de uma artista chamada Kali Uchis e tem a participação de outra artista chamada Tory Lanez, a música se chama “Ridin Round”, mas é o remix de Oshi. Quantas vezes você tem que ouvir essa música antes de eu me apresentar? [pergunta a uma integrante da sua equipe de turnê] Umas dez. Eu coloco para repetir de novo e de novo. E “Needed Me”. Eu fico ligando para os produtores que eu conheço dizendo: ‘eu preciso de uma música assim’.

Com quem você gostaria de trabalhar?

Eu trabalhei com Justin Bieber, já estive no estúdio com Skrillex e Diplo. Eu nem consigo pensar… Kanye West. Só para ver como é. Eu quero perguntar ‘como você faz música?’. Eu só queria assistir isso. Ou Pharrell. Pharrell é um gênio. Eu o conheci algumas semanas atrás em Paris e ele sabia quem eu era. Eu estava muito, muito nervosa. Eu falei ‘Oi, eu sou…’ e ele disse ‘Você é Halsey’. Eu fiquei ‘quê?’ Eu derreti em milhões de pedaços porque ele tão genial.

O que você, como artista, pode fazer pelo feminismo?

Eu estou em uma das melhores posições possíveis para fazer algo do tipo, porque eu acho que uma das coisas que ajuda a definir uma pessoa – homem ou mulher –, uma das coisas que ajudam a definir a sua personalidade e a sua identidade e as suas crenças e as coisas pelas quais você tem paixão é a música. Eu tenho uma oportunidade muito especial de falar com as pessoas de uma maneira que eu não teria se eu fosse outro tipo de pessoa, se eu fosse médica – ninguém ouve seu médico [risos] –, mas as pessoas ouvem os músicos porque a música é uma coisa muito poderosa e a música fala às pessoas de todas as culturas, de educações diferentes, você tem o poder de falar com tantos tipos diferentes de povos de uma só vez. Então, para mim, é uma coisa muito importante lembrar aos fãs do sexo masculino que conheço da importância que o feminismo tem para eles também, porque quanto menos pressão existir para uma mulher ser feminina, então há menos pressão para um homem ser viril. Quanto mais pressão tiramos das mulheres, menos esculpimos essas ideias do que uma mulher deve e não deve ser. Isso também significa que vai ser menos complicado para um homem ser o que ele quer e não o que ele ‘deve’ ser. Menos expectativas. Viajar tem sido interessante porque, obviamente, cada país tem seus próprios costumes, suas próprias crenças e suas sensibilidades. Estive em países onde o feminismo não é uma coisa, eles acham que não precisa dele, é algo que talvez vá contra sua religião ou algo do tipo.

Para mim é assim: como eu posso me orgulhar dessa mentalidade e como posso incentivar as pessoas a acreditar na igualdade e acreditar na força, mas sem fazer com que alguém se sinta deixado de fora? Eu nunca quero conhecer um fã que pense que a sua religião ou sua cultura ou sua criação signifique que não poderiam gostar de mim. Como faço para defender as coisas que acredito sem fazer qualquer um se sentir como eles não possam gostar de mim por causa disso? É disso o que se trata para mim, encontrar o equilíbrio. Tenha orgulho de quem você é, seja uma feminista, busque a igualdade, mas também se você não gosta do que eu estou dizendo, eu não vou forçá-lo a ouvir. E isso é com qualquer coisa.

Muitas pessoas usam o termo pejorativo “feminazi” para descrever feministas radicais. O que você diria em resposta para alguém que a chamasse de feminazi?

Antes de tudo, eu acho que comparar alguém que está defendendo a igualdade de direitos a um grupo de seguidores de um ditador que matou milhões de pessoas é, provavelmente, um pouco excessivo. Eu acho que é realmente insensível às pessoas afetadas pelo Holocausto também. Mas eu ouço isso o tempo todo. E fico, ‘Legal, eu não dou a mínima que você acha isso. Eu estou tentando fazer a diferença’. Há tantas coisas que eu não seria capaz de fazer sem os avanços do feminismo. Primeiro de tudo, eu provavelmente não seria capaz de ser uma cantora que tem sua própria música, porque composição é algo controlado por homens na indústria há anos, não poderia ter o meu corte de cabelo, não podia amar as pessoas que eu amo. O feminismo está na raiz de tantos movimentos da história. São as mulheres. As mulheres são a raiz de tantos movimentos que fizeram um impacto positivo na cultura. Seja em defesa pelos direitos gays, seja em defesa dos direitos das mulheres, ou agindo contra a segregação. Nos Estados Unidos, em relação aos problemas raciais, as mulheres estavam na vanguarda dos protestos. Rosa Parks, sabe? …. A merda é real. As mulheres fazem a diferença. Eles podem me chamar de feminazi o quanto quiserem, mas se eu vou tornar o mundo melhor para o meu filho viver… legal. Eu topo.

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Antes de entrar no palco do Lollapalooza no último Sábado, Halsey, deu uma entrevista para o canal Multishow e falou um pouco sobre sua parceria com Justin Bieber, sua passagem no Brasil e como foi trabalhar com Tyler Posey no clipe de Colors. Confira a entrevista legendada abaixo.

 

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No último dia 12 todos que estiveram no Lollapalooza Brasil puderam assistir finalmente um show da Halsey em solo brasileiro. Com um figurino todo azul, Halsey cantou para uma multidão que parecia conhecer todas suas músicas, e os que não sabiam foram ofuscados pelos milhares que estavam lá para ver a cantora. A setlist escolhida para o show foi a mesma utilizada em toda a sua turnê até agora, com exclusão apenas da música ‘Drive’.

Confira abaixo algumas fotos da Halsey no Lollapalooza e metade do show.

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Nós da equipe Halsey Brasil estamos buscando um meio de colocar o show completo em nosso sistema para vocês.

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